F.C. Serpa 0 - GDC Fernão Ferro 3 - Reportagem Fotográfica

Passados alguns jogos, voltamos a ter a reportagem fotográfica dos jogos. Apresentamos alguns dos momentos do jogo. Para visualizar as fotografias em tamanho grande basta clicar sobre o slideshow.


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F.C. Serpa 0 - GDC Fernão Ferro 3



Sistema Táctico utilizado - 1-4-4-2

Modelo Táctico no processo defensivo - Posicionamento horizontal
Modelo Táctico no processo ofensivo - Ataque pelas alas

A equipa alinhou:
Guarda-redes - Lagarto (*)

Lateral direito - To zé (**)
Lateral esquerdo - Adolfo 8 (**)

Defesas centrais
João Lages (**)
Pinho (***)

Médios centro
Fernando Monteiro (*)
Chorão (***)

Médio ala direito
- Melão (***)
Médio ala esquerdo - Parreira (***)

Avançados
Ricardo Mestre (****)
Tamatha (**)

Suplentes utilizados
Fernando (**)
Rui (**)
Belem Aperta (*)
Brito (*)
Balico (**)
Monteiro (***)
Belinha (***)
Paulo Orelhas (****)


Hoje vou aproveitar este espaço, não para falar do desempenho da equipa neste jogo, mas para uma breve reflexão sobre o tipo de organização que devemos construir no futuro, porque é importante acompanhar a evolução das características competitivas das equipas de veteranos.
Definir objectivos competitivos sem conhecer os meios disponíveis para os concretizar, é uma má opção. Porque desta forma as metas são definidas sem sustentabilidade uma vez que quer a avaliação das condições existentes, quer o planeamento, quer a estratégia, quer até o processo de escolha dos jogadores poderão estar condicionados.
As equipas não valem pelo individualismo dos seus talentos, mas pela capacidade colectiva, ainda assim, a motivação dos elementos do grupo depende da concretização dos objectivos individuais que orientam a acção de cada elemento. Um jogador só consegue atingir objectivos individuais se a equipa estiver oleada, organizada e for atingindo resultados positivos. Caso a equipa não jogue bem, ninguém conseguirá valorizar-se. A valorização individual depende do sucesso da equipa, mas esse êxito só é real se todos esquecerem o seu próprio umbigo e estiverem dispostos a abandonar a sua zona de conforto em prol do colectivo. Perder é dificil...mas ganhar ainda é mais!
Um lugar especifico, como o de guarda-redes, tem que ter mais que uma alternativa....... Porque???.... Claramente porque a opção existente não garante equilíbrio competitivo. O guarda-redes é o garante da segurança defensiva de qualquer equipa. Esta posição é extremamente técnica, exigente e especial. De herói a vilão, do céu ao inverno, tudo acontece num ápice, uma falha, uma desatenção, um buraco, um elemento de qualidade inferior............................. Tem que ser ágil, elástico, corajoso e determinado, coloca as mãos e a cabeça onde os outros colocam os pés. É fundamental transmitir segurança à equipa e confiança. Boa colocação no terreno, boa leitura de jogo, técnica de mãos adequada, boa técnica de pés, confiança no jogo aéreo e estabilidade competitiva e uma regularidade. Por tudo isto penso ser urgente repensar as alternativas para este lugar..........
Os nossos laterais, não são ofensivos ou seja não têm capacidade para chegarem á linha de fundo e efectuar cruzamentos, por isso devem jogar mais em apoio ao portador da bola e as suas subidas no terreno não podem ser os dois em simultâneo. Quando um sobe o outro encosta ao centro e marca para desta forma garantir uma superioridade no sector.
No sector intermediário, temos que repensar a sua forma e os seus elementos......os médios alas jogam demasiados abertos no processo defensivo e esse espaço interior está a ser bem aproveitado e explorado pelos nossos adversários. Os médios centro tem que ser mais equilibrados em termos físicos, porque a exigência física é muita e a necessidade de termos um jogador mais jovem ai, vai dar uma melhor resposta a essa exigência.
De seguida vou dar um exemplo prático de comportamento táctico da equipa para o sistema táctico mais utilizado pela nossa equipa......1-4-4-2.
Os laterais funcionam, mais em apoio que em desequilíbrio e aguentar a posição mantém a defesa equilibrada.........
Os centrais procuram garantir na zona uma superioridade numérica, com a ajuda dos posicionamentos dos defesas laterais........
Depois de recuperada a posse de bola, o médio ou os médios mais defensivos passam a jogar rápido em vez de correr com a bola. A diferença é marcada pela aprendizagem, do timming certo do passe de saída na transição defesa-ataque, reconhecendo o espaço(linha de passe) para fazer. Com um pormenor: são feitos com passes em diagonal. Este tipo de passes vai colocar a equipa no ultimo terço do terreno (ataque) e a lateralização deixa de acontecer ou acontece muito pouco e a equipa para de especular e passa a jogar mais.
Os médios ala quando a equipa está no processo ofensivo vão embora para a segunda linha, mas só um deles abre na faixa(o que está na zona da bola) então o outro, no lado oposto, flecte para o centro e o equilíbrio no meio campo não se perde. Ou seja, faz campo grande a atacar, mas tira-lhe por momentos largura, para atrair os adversários, virando depois rápido o jogo.
O médio mais ofensivo, surge na 2ª linha com movimentos imprevisíveis, do centro para as alas ou do centro para o centro nas costas do avançado.
Os avançados também executam movimentos imprevisíveis, das alas para o centro e do centro para as alas. Movem-se em busca do espaço certo ..............para ter bola ou desmarcar-se......................................
Entender a ocupação e aproveitamento de espaços é a chave para o sucesso, cruzar tática colectiva, com táctica individual 8o jogador entender em cada momento a opção certa de movimentação a tomar). Não basta ter a bola se depois não souber as formas mais correctas de caminhar com ela...........Uma equipa que reconhecer os espaços e timing de jogo tem um futebol com bússola táctica......
Espero que esta minha reflexão seja entendida como uma critica construtiva à equipa no geral e o meu principal objectivo é melhorar o nível competitivo e mostrar que esta equipa tem espaço para continuar a evoluir.......acredito e estou confiante que vamos dar uma resposta inteligente a este momento menos bom......as grandes equipas revelam-se nos momentos menos bons e respondem a eles com atitude e empenho.

Vamos mostrar a nossa grande força colectiva.......
Fernando Monteiro.
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G. D. ISIDORO (Montijo) 3 - F. C. SERPA 3

Sistema táctico utilizado 1-4-2-3-1

Modelo táctico no processo defensivo - posicionamento horizontal
Modelo táctico no processo ofensivo - ataque pelas alas.


A equipa alinhou:

Guarda-redes – Lagarto (*) (distância percorrida 0,5)
Lateral direito – Belinha (filho) (*) (distância percorrida 3,1)
Lateral esquerdo - Quim (***) (distância percorrida 5,1)
Defesas centrais
Belinha (pai) (***) (distância percorrida 4,3)
João (****) (distância percorrida 3,9)
Médios centro
Pinho (***) (distância percorrida 4,9)
Chorão (***) (distância percorrida 5,1)
Médio ala direito - Adolfo(*) (distância percorrida 0,5)
Médio ala esquerdo - Parreirinha (***) (distância percorrida 3,1)
Médio ofensivo - Tamatha (*) (distância percorrida 2,5)
Avançado - Ricardo Mestre (****) (distância percorrida 6,1)

Suplentes utilizados:
Varela (****) (distância percorrida 5,1)
Fernando Monteiro (**) (distância percorrida 3,1)
Balico (**) (distância percorrida 3,3)
Fernando (**) (distância percorrida 4,1)
Belém Aperta (*) (distância percorrida 2,1)

A equipa entrou no jogo em 1-4-2-3-1. O sistema táctico, como estrutura base e colectiva, pode ser de fundamental importância para o cumprimento dos nossos objectivos. O que se pretende é que, para cada concepção de jogo, se definam as tarefas, que se espera que cada um cumpra em competição e, como deve a equipa comportar-se no acerto das acções entre os jogadores envolvidos. E nós apresentamos neste jogo da seguinte forma: o sector defensivo apresentou dois defesas laterais e dois defesas centrais, no sector intermédio, um duplo-pivot e nas alas dois alas, com características diferenciadas, um com velocidade e o outro com técnica e ambos os jogadores davam profundidade ao nosso jogo ofensivo e cruzamentos perigosos para a área adversária, o ataque também era municiado por um médio ofensivo, com muita mobilidade e que funcionava como apoio directo ao único avançado que se apresentava no nosso ataque.

A equipa entrou bem no jogo e, na primeira parte, revelou capacidade e superioridade em relação aos argumentos do adversário e essa vantagem ficou patente no resultado registado ao intervalo 1-3.

Na segunda parte, a equipa sofreu alterações forçadas, umas por falta de condição física (Tamatha e Parreirinha) e outra por lesão (Adolfo). O problema é que as alterações aconteceram, mas os jogadores disponíveis não deram continuidade ao jogo que a equipa estava a fazer até aí e o sistema escolhido. As suas características naturais, não eram garantia para assegurar o nosso jogo ofensivo e dar continuidade ao esquema táctico escolhido. Por tudo isso deveria ter havido alterações que garantissem o equilíbrio ofensivo da equipa.

O sector intermédio foi um dos principais responsáveis, porque jogava muito encostado aos defesas e as transições defesa ataque passaram a ser em passe longo para um avançado que tentava sobreviver numa superioridade de defesas e sem qualquer apoio para superar essa desvantagem. Em suma a equipa descaracterizou-se e perdeu completamente a resposta ofensiva e não foi de estranhar que o adversário chegasse ao 2-3 e depois ao 3-3 final, mas fica o registo que a haver um vencedor teria sido o adversário, porque na segunda parte foi mais equipa, ou seja, pior que o resultado foi a nossa exibição na segunda parte.

Quando uma equipa perde o controlo do jogo, a posse de bola, o ritmo de jogo, a pressão no meio campo e a pressão no ataque, só pode ter uma coisa......... perder tudo e assim só se pode arriscar a perder o jogo.

Obrigado a todos.
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F. C. SERPA 6 - S.R.C.U. ALENTEJANO 4

Sistema táctico - 1-3-4-3
Modelo táctico no processo defensivo - Posicionamento horizontal
Modelo táctico no processo ofensivo - Ataque rápido

A equipa do FC.SERPA alinhou:

Guarda-redes - Lagarto (avaliação *) (distancia percorrida 0,5)
Defesas centrais
Adolfo (avaliação ****) (distancia percorrida 4,9)
Lajes (avaliação ***) (distancia percorrida 3,1)
Belinha (avaliação ****) (distancia percorrida 4,2)

Médio ala direito - Chorão (avaliação***) (distancia percorrida 3,3)

Médio ala esquerdo - Quim (avaliação***) (distancia percorrida 4,5)

Médios centro
Fernando Monteiro (avaliação **) (distancia percorrida 4,8)
Pinho (avaliação****) (distancia percorrida 3,6)

Avançados
Tamatha (avaliação*****) (distancia percorrida 5,9)
Ricardo Mestre (*****) (distancia percorrida 5,5)
Parreirinha (avaliação ****) (distancia percorrida 4,7)

Suplentes utilizados
Monteiro (avaliação****) (distancia percorrida 3,6)
Brito (*) (distancia percorrida 1,5)
Balico (***) (distancia percorrida 3,1)
Belem Aperta (avaliaçao *) (distancia percorrida 1,1)

Como todos sabemos, cada jogo tem uma história própria e única, porque jogos iguais não há. Para se considerar uma boa táctica, os defesas têm que se sentir tão importantes como os avançados. Podem existir jogos que sustentem outra tese, mas este fez-nos acreditar que o melhor caminho para ganhar é saber ter a bola (posse de bola), atacar com inteligência, ter agressividade, técnica de execução (exemplo e execução de Tamatha no nosso segundo golo), pensar rápido e decidir bem e rápido.
A dinâmica do jogo exige coordenação(do individual com o colectivo). Porque a atitude exige inteligência táctica (não basta correr muito). Quando se fala em dinâmica estamos a falar na aplicação dos princípios de jogo que o treinador quer dar ao sistema táctico escolhido e o nosso treinador (Oca) surpreendeu tudo e todos com a opção arrojada de utilizar para este jogo o 1-3-4-3. Jogar neste sistema é complicado, porque ele precisa rotinas e por natureza é um sistema frágil nos corredores laterais.
O melhor F.C.SERPA, neste jogo, começou num pormenor táctico importante, com Belinha ou Adolfo a sair de trás com bola. Com os alas a avançar quase para o meio campo, adiantando-se mais o do lado em que sai a bola. O central fica, nesse momento, obrigado a saber sair com bola ou a optar pelo passe em apoio, porque tinha na sua frente opções de passe. A opção de recurso seria o passe longo, mas essa não foi a nossa filosofia de jogo, porque estávamos ali para privilegiar o jogo em apoio. Os dois médios centro, serviam para garantir os equilíbrios defensivos e eram também opção de passe. Atingida a entrada no meio campo, começava o outro momento do jogo, a organização ofensiva da equipa. Esta dinâmica posicional de saída da bola e a transição defesa-ataque, surpreendeu o nosso adversário. Em termos ofensivos a equipa desdobrava-se em 1-2-3-2-3 e em termos defensivos em 1-5-2-3.
No início, o central com bola. Foi imagem de marca. Ver numa equipa um defesa central a iniciar a transição defesa-ataque é uma das notas de qualidade desta equipa e duma técnica invulgar. Porque só começando a jogar bem desde o início de construção, se pode, depois, ter qualidade no seu final, onde moram as estrelas ofensivas da nossa equipa (Tamatha, Ricardo Mestre e Parreirinha), junto ás zonas do último passe e definição.
O resultado final foi de 6-4 com os nossos golos a serem conseguidos.......Ricardo Mestre (4), Tamatha (1) e Monteiro(1).
Podemos considerar este jogo um hino ao futebol ofensivo!

Um grande abraço a todos,
Fernando Monteiro
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Lançada do Montijo 2 - F. C. Serpa 3

Sistema táctico - 1-4-4-2
Modelo táctico do processo defensivo - Posicionamento Horizontal
Modelo táctico no processo ofensivo - Ataque pelas alas

O F.C.Serpa alinhou:

Guarda Redes - Lagarto - avaliação *

Lateral direito - Belinha (filho) - avaliação ***
Lateral esquerdo - Balico - avaliação **
Defesas centrais - Belinha (pai) - avaliação ***
João - avaliação ****

Médio defensivo - Fernando Monteiro - avaliação ***
Médio centro - Pinho - avaliação **
Médio ala direito - Fernando - avaliação **
Médio ala esquerdo - Quim - avaliação **

Avançados - Adolfo - avaliação ****
Parreira - avaliação ****

Suplentes utilizados

Brito - avaliação *
Ricardo Mestre - avaliação ****
Varela - avaliação ***


Vou começar por dizer, que esta primeira parte do F. C. Serpa, foi para mim a melhor de todos os jogos efectuados. O ponto de partida, para eu fazer esta afirmação, está no facto da equipa ter dado importância prioritária em ter a bola. Foi o princípio que encaixou perfeitamente na estratégia para o jogo. O bom futebol é uma questão colectiva que nasce das individualidades. Resumindo a primeira parte, a equipa teve a bola... a seguir esteve bem no passe.... no posicionamento.... na ocupação dos espaços.... na velocidade para o jogo.... na criação de situações de finalização.... não tão bem no remate.... mas conseguiu três golos antes de ir para o descanso.

O primeiro golo foi conseguido pelo jogador Belinha (pai), que num ataque rápido pelas alas colocou esse mesmo jogador em zona de finalização e ele não perdoou. Temos que considerar a assistência para esse mesmo golo de fundamental e foi o jogador Adolfo a mostrar a sua classe. O segundo golo, teve em Adolfo novamente o jogador responsável pela assistência, mas desta feita foi o jogador Ricardo Mestre a mostrar onde um avançado deve estar para finalizar. O terceiro golo, foi obtido pelo jogador Fernando Monteiro, num remate a dois tempos, pois o guarda redes adversário defendeu o primeiro remate e no ressalto o jogador do F. C. Serpa não perdoou.

A segunda parte foi completamente diferente para pior. Uma equipa de futebol é um ecossistema táctico. É fundamental manter o equilíbrio táctico-ecológico dos jogadores e nós perdemos a noção exacta desta importância. Não fomos equipa, cometemos erros de palmatória e o nosso treinador ao nível táctico, não respondeu da melhor forma, às alterações que o treinador adversário processou.

Terminamos o jogo em sofrimento, mas as grandes equipas, também têm que ter capacidade para sofrer e de se superar e foi essa capacidade que aguentou o 2-3 final. Vitória conseguida à custa de quase tudo do que produzimos na primeira parte.

Um abraço a todos

Fernando Monteiro
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F.C. Serpa 3 - Algés 4



Guarda Redes - Lagarto (Esteve seguro)

Lateral direito - Fernando (Esteve seguro e serviu a equipa)
Lateral esquerdo - Adolfo (Vontade e sacrifício)
Defesas centrais - Belinha (Disponibilidade) e Monteiro (Dedicação e utilidade)

Médios defensivos - Chorão (Sentido táctico) e Pinho (Esteve anárquico)
Médio ala direito - Fernando Monteiro (Desastrado na finalização)
Médio ala esquerdo - Melão (Capacidade de trabalho)

Avançados - Ricardo Mestre (Referência no ataque) e Thamata (O imprevisível da equipa)

SUPLENTES UTILIZADOS

Balico (Seguro a defender)
Tó Manel (Boa atitude competidora)
Zezinho (Dificuldade de adaptação)
Lage (Empenho)

Modelo táctico no processo defensivo - Posicionamento horizontal.
Modelo táctico no processo ofensivo - Ataque misto

Quero dedicar estas minhas primeiras palavras, à época natalícia e de final de ano e desejar a todos os adversários e amigos dos Veteranos do F.C. Serpa, um santo Natal e um Próspero Ano de 2010.
Ao contrário do que é habitual nos nossos jogos em casa, o F. C. Serpa, começou bem este jogo e cedo conseguiu chegar à vantagem de 1-0, por intermédio do jogador Tamatha, num golo de bela execução - um remate executado fora da grande área e a bola a anichar-se no ângulo superior da baliza adversária. Podia-se pensar que este tónico, poderia lançar a equipa para uma boa exibição, mas foi um puro engano. A equipa desconcentrou-se e no plano táctico foi uma autêntica anarquia.
O adversário teve a capacidade de explorar estas debilidades e ao exercer uma pressão bem conseguida sobre o portador da bola, aproveitou da melhor forma a anarquia e com isso passou o resultado para 1-1, 1-2, 1-3 e 1-4, e assim transformar a primeira parte do F.C. Serpa um autêntico pesadelo.
EXPLICAÇÃO Óbvia - O coração de uma equipa nunca está nos detalhes. Está nas grandes competências que, na táctica, estão relacionadas com os grandes princípios de acção no qual assenta a organização colectiva de cada equipa. Isso provoca graus de responsabilidade diferentes em cada jogador. Torna uns, aqueles que jogam com o chamado coração táctico nas mãos, mais importantes do que os outros que não o fazem. No seu funcionamento, obrigações, liberdades e interpretações. Uma relação que combina diferentes espaços. Desta forma, temos de entender o jogo pelas grandes competências. E este F.C. Serpa da primeira parte foi totalmente incompetente e anárquico.
A segunda parte trouxe um F.C. Serpa, mais organizado, competitivo e mais rigoroso tacticamente. Podemos classificar a segunda parte de excelente, onde efectivamente a equipa dominou, criou inúmeras oportunidades e ao mesmo tempo não permitiu que o adversário conseguisse sair em contra ataque. O resultado passou para 2-4 e 3-4, com os dois golos a serem conseguidos pelo jogador Ricardo Mestre (referência no ataque). O resultado final foi este, porque o jogador Fernando Monteiro esteve desastrado na hora da finalização. Desta forma, dizer que um gesto técnico como o remate, é fundamental a qualquer jogador, independentemente da zona do campo e missão táctica, que possa ter para o colectivo (Fernando Monteiro foi o exemplo de como na hora da finalização um gesto técnico como um remate......é importante).
Quanto ao adversário dizer, que aproveitou bem a primeira parte e tentou gerir a segunda, mas acabou o jogo em sofrimento. O resultado não foi justo, por tudo aquilo que o F.C. Serpa fez na segunda parte, mas também temos que aceitar que a história deste jogo, fica marcada pela anarquia da primeira parte e com isso pagou a factura do resultado final......3-4.

Um abraço a todos
Fernando Monteiro
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Ourique 1 - F.C. Serpa - 4



SISTEMA TÁCTICO - 1-4-4-2
MODELO TÁCTICO/ESTRATÉGICO - MARCAÇÃO ZONA E PRESSÃO DEFENSIVA NO PROCESSO DEFENSIVO E ATAQUE COMBINADO NO PROCESSO OFENSIVO

Guarda-redes - Pedro Neves (excelente)
Lateral direito - Fernando (cumpridor)
Lateral esquerdo - Adolfo (surpresa agradável)
Defesas Centrais - Belinha (exemplo) e Monteiro (humildade)

Médios Defensivos - Fernando Monteiro (trabalhador) e Pinho (jogador invisível)
Médio ala direito - Paulo Orelhas (solidário)
Médio ala esquerdo - Melão (revelação)

Avançados - Ricardo Mestre (talento) e Varela (finalizador)

SUPLENTES UTILIZADOS

Brito
(motivação)
Tó Manel (atitude)

Em primeiro lugar, quero deixar um elogio grande a todos aqueles que estão, que já estiveram e também para aqueles que não estão, mas que gostariam de estar. Esta equipa tem espírito de missão e consegue transmitir àqueles que estão connosco, fazendo-os acreditar nos nossos princípios e nas nossas convicções. No desporto, e no futebol em particular, o importante é concretizar objectivos - vencer. A equipa que tem os melhores jogadores, tem mais possibilidades de ganhar, mas para ganhar tem de ser bem treinada, os seus jogadores estarem bem integrados, motivados e, acima de tudo, se houver sintonia nas metas definidas - o compromisso é a nossa palavra chave.
Ambas as equipas entraram neste para o desfrutar intensamente e colocar nele muito prazer. O F.C.Serpa, assumiu o jogo e controlava-o a seu belo prazer, inclusive o ritmo do jogo. Tudo isso graças a posse de bola e também com transições rápidas. Com facilidade chegou a vantagem de 0-1, com o jogador Melão a ser o seu autor e o 0-2 também a acontecer naturalmente, desta feita através do jogador Varela. Depois deste período, assistiu-se a um Serpa descaracterizado e o resultado disso, foi que assou a jogar um futebol em passe longo e na vertical. O adversário agradeceu e a partir desse momento passou ele a controlar o jogo e a posse de bola e com isso a conseguir ser perigoso e antes do descanso a conseguir reduzir 1-2, alias num lance muito bem desenhado pelo seu ataque.
A segunda parte inicia-se com o F.C.Serpa a voltar a dar importância prioritária a ter a bola. A partir daí - o passe e a velocidade. É um principio que, depois, se encaixou na estratégia para este jogo. O bom futebol é uma questão colectiva que nasce das individualidades.Um passe longo ou curto milimétrico, a velocidade com bola ou sem ela, em progressão ou em apoio.Haverá outra forma de ter bola?????É mais outra forma de superar a menor vocação para ter a bola do resto da equipa. Quando temos um adversário com centrais lentos, esta é a forma de os superar e os nossos avançados rápidos caem nas suas costas ou nas alas e surgem embalados de trás.
A forma como um bom passe e a velocidade (gestos individuais) disfarça a falta de quem gosta de ter a bola (a noção colectiva dos médios bons), faz a qualidade do jogo oscilar. Ou seja, cai no chamado lado escuro do jogo sempre que em vez de passe e velocidade, ele pede-lhe sobretudo para ter posse de bola. O ponto de partida para qualquer equipa: dar importância prioritária a ter a bola. A seguir: o passe, velocidade....remate......e golo.
A naturalidade voltou ao jogo e dessa forma o resultado passou para 1-3 com golo de Ricardo Mestre e o 1-4 com mais um golo de Varela, que desta forma consegue o seu bis no jogo.

EQUIPA DE FUTEBOL - É UM ECOSSISTEMA TÁCTICO....É FUNDAMENTAL É O EQUILÍBRIO TÁCTICO-ECOLÓGICO DOS JOGADORES. MANTER O ECOSSISTEMA A FUNCIONAR É ANTES DE TUDO, SER IMPORTANTE SENTIR-SE IMPORTANTE PARA A EQUIPA....

OBS: Pedro Neves.....Obrigado pela humildade revelada, no aceitar ser o nosso guarda redes para este jogo, sabendo abdicar do teu eu, para aceitar esta grande equipa de amigos que muito honram o F.C.SERPA....

OBRIGADO A TODOS
FERNANDO MONTEIRO
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F.C. Serpa 3 - Corroios 3

Sistema Táctico - 1-4-4-2
Modelo estratégico no processo defensivo - marcação zona e no processo ofensivo - ataque pelo meio.


Capitão de equipa - Melão

Suplentes utilizados - Monteiro, Belinha, Tó Manel, Brito, Balico e Tó zé.

O futebol é uma ciência da intuição. Jogar bem é a arte de decidir bem, a cada momento e em qualquer jogo. Uma das regras básicas é confiar na intuição. É esta qualidade que nos diferencia dos simples microprocessadores.
A equipa de Corroios entrou muito bem no jogo e foi estrategicamente o conjunto mais forte. Na primeira parte dominou o jogo a seu belo prazer e com naturalidade chegou a uma vantagem de 0-3 e por mais duas vezes poderia ter aumentado. A sua estratégia esteve assente numa transição individual de uma condução queima-linhas feita por um jogador (o lateral esquerdo). Embora individual, esta opção tinha uma intenção colectiva, porque os outros jogadores continuavam a mover-se e a dar-lhe linhas de passe. Assim esse jogador assumia a criação de superioridades numéricas em determinadas zonas do campo. O resultado no final da primeira parte era de 1-3 a favor dos visitantes e diga-se de passagem com inteira justiça.
A segunda parte, trouxe um Serpa diferente, mais racional e disposto a rectificar o que tinha estado mal na primeira parte. Os laterais avançam então quase para o meio campo, adiantando-se mais o do lado em que sai a bola. O central fica, nesse momento, mesmo obrigado a saber sair com a bola, pois fica com terreno livre à sua frente. A outra opção seria um passe longo, mas essa não foi a opção que mais resultado deu e também não é a nossa filosofia de jogo ou seja tínhamos que privilegiar o jogo apoiado. Ver uma equipa iniciar a sua transição defesa ataque a partir do seu defesa central é uma nota de qualidade técnica. Porque só começando a jogar bem desde o inicio de construção, se pode, depois, ter qualidade no seu final.
O F.C.Serpa mandou na segunda parte do jogo e o adversário, não teve oportunidades de golo e quando isso acontece, a equipa que mais ataca, só pode conseguir os seus intentos. O resultado passou de 1-3 para 2-3 e já no período dos descontos o 3-3 com sabor a vitória. Não vou fazer referências individuais mais uma vez, mas seria injusto não premiar o jogador Brito, pelo compromisso que tem para com o grupo e foi ele o autor do ultimo golo da equipa. Por vezes o futebol tem muita injustiça, mas esta é de uma tremenda justiça. O jogador Brito sentiu isso no final do jogo e ficou claro que o futebol premeia os persistentes ........

Muitos cumprimentos,
Fernando Monteiro
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S.R.C.U.ALENTEJANO 1 - F. C. SERPA 2

A equipa do F.C. Serpa, alinhou da seguinte forma:
Sistema Táctico - 1-4-4-2
Modelo estratégico - Posicionamento horizontal da equipa no processo defensivo.



Capitão de equipa - Ricardo Mestre

Vou começar este comentário com uma interrogação. De um lado, uma equipa com muita dinâmica, do outro, uma equipa com um perfeito jogo posicional. Quem leva vantagem para controlar e dominar o jogo?
A segunda, não duvidem. Porque a base é o reconhecimento dos espaços. A estrutura onde assentam os pilares para fazer, depois, a equipa e seus jogadores moverem-se.
O F.C.Serpa sabia que tinha que ser realista e que estava muito limitado e por isso não podia entrar no jogo sem ter noção exacta da sua realidade.
No inicio do jogo ainda houve jogadores que acharam que poderiam discutir o jogo de igual para igual, mas depressa perceberam, que só com muita inteligência posicional, poderiam conseguir um jogo bem conseguido. Este facto tocou a equipa de Serpa, para rectificar a forma como estava a interpretar o jogo.
A partir desse momento, o equilíbrio foi mais notório e isso levou com que o jogo se dividisse muito a meio campo e de alguma forma longe das balizas. Desta maneira o F.C. Serpa respondia ao jogo com estratégia e o seu treinador opta pela forma de colocar a equipa em campo tendo em conta o adversário e a adaptação do seu modelo de jogo ás especialidades desse mesmo jogo. Pode-se mudar o sistema(estrutura) e a estratégia(alguns movimentos) e manter a identidade(a filosofia/modelo de jogo).
O contra ataque foi a arma utilizada e o aproveitamento das situações de bola parada poderiam decidir o jogo. A terminar a primeira parte o Serpa chegou à vantagem numa situação de bola parada (livre directo) e deu golo do jogador Chorão e desta forma mostrar ao adversário que estávamos ali para ganhar este jogo com inteligência.
A equipa, como ao jogador, a boa táctica liberta.
Na segunda parte o S.R.C.U. Alentejano, procedeu a muitas mexidas, ou seja, refrescou a equipa e também a tornou mais ofensiva. Do outro lado o Serpa fazia a gestão de esforço dos recursos disponíveis para a totalidade do jogo, ou seja, não podiam fazer alterações.
O S.R.C.U. Alentejano usou o chamado instinto primário de muitas equipas e treinadores: meter muitos jogadores ofensivos (avançados) e com esse facto acreditar que essa pressão lhe poderia dar a possibilidade de jogar muito tempo perto da baliza do F.C. Serpa, mas, em todos estes momentos estiveram sempre longe do golo - jogar com muitos avançados não significa, por si só, uma equipa forte a atacar. Apesar do S.R.C.U. Aentejano dominar a posse de bola, era o F.C.Serpa a equipa mais perigosa. Criou quatro ou cinco oportunidades de golo feito e foi mais uma vez de bola parada que o Serpa chegou à vantagem de 0-2 com mais um golo, desta feita de grande penalidade, primorosamente marcada por Chorão. O adversário chegou ao seu golo de honra através duma situação clara 1-2.
Fazer referências individuais neste jogo não é justo, porque os veteranos foram um exemplo como uma equipa compacta e unida pode conseguir superar as dificuldades do jogo......Bom desempenho para todos......

Fernando Monteiro


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União Desportiva Banheirense 5 - F.C.Serpa 4


Jogo de fim de temporada, mas deslocação bem dificil ao excelente sintético do campo do Vale da Amoreira, ode os veteranos se deslocaram para defrontar a U.D. Banheirense.

por enquanto deixo só aqui a foto-reportagem enquanto aguardo pela crónica do Fernando Monteiro


O Mister Oca fez alinhar pelo F.C.Serpa:
1 Lagarto
2 Rui
3 Paulo Nogueira
4 Vitinho
5 Bélinha
6 Fernando Monteiro
7 Quim
8 Chorão
9 Parreirinha
10 Pinho
11 Paulo Jorge
Suplentes: Manuel Maria; Anótonio Brito e Adolfo
Treinador: António Oca
Golos: Vitinho(2)
Parreirinha (1)
Quim (1)

Num jogo em que o Serpa se deslocou sem nenhum dos seus avançados os destaques vão para Parreirinha (Excelente Jogo) e Vitinho (Quando foi para médio) e para o regresso de um dos melhores Guarda-redes que passaram pelo clube, o vetrano Manuel Maria.
Quanto ao resultado deopis de estar a perder por 3 a 0 ao intervalo, na segunda parte o Serpa deu a volta ao marcador e virou para 3 - 4, excelente reviravolta no marcador, para nos minutos finais se deixar surpreender novamente com mais 2 golos do U.D.Banheirense.
Com uma arbitragem muito irregular e demasiado caseira, alem de um sem numero de erros acumulados, fica na retina o lance que originou o 2-0 para o U.D.Banheirense uma falta na area sobre o defesa Quim do F.C.Serpa, transformada numa escandalosa grande penalidade.
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Fotoreport de António Brito do União Desportiva Banheirense 5 - F.C.Serpa 4


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F.C.Serpa 3 U.D.Banheirense 0 por Fernando Monteiro

Primeiro de tudo, temos que falar, que este projecto Veteranos do F.C.SERPA, tem condições para continuar a crescer e ao contrário daquilo que algumas pessoas pensam e desejam - não esta com fim marcado.
Este projecto, tem que ser entendido, duma forma livre e apaixonada e só fazem parte dele, aqueles que querem contribuir de uma forma bonita e participativa. Sabemos que ele não é abrangente, mas a porta nunca se fechou a ninguém, mas também é preciso dizer - não somos utópicos, sabemos com quem lidamos e sabemos quem são aqueles que não se adaptariam a um projecto assim.O futebol é uma escola de superação. Ele ensina-nos, que a nossa vida é uma prova de obstáculos, que é ganha, pela equipa com maior resistência à frustração.Saber converter os fracassos em ensinamentos, é uma característica importante para as nossas vidas e para o nosso dia a dia, e mais, é um valor a acrescentar na nossa inteligência. Quando erra - pergunte? O que posso aprender com esta experiência? Será que aqueles que dizem mal do projecto não estão a errar? Aproveite para reflectir...................................
JOGO:
F.C. SERPA 3 BANHEIRENSE 0
ANTONIO OCA(TREINADOR) - TACTICAMENTE PERFEITO E MAIS UMA VEZ, UMA GESTÃO COM CRITÉRIO;
LAGARTO - NÃO TEVE TRABALHO....CUMPRIU
BELINHA - EXEMPLO DE ENTREGA E O QUE É SER COMPETITIVO
VITINHO - TRANSMITIU SEGURANÇA E SABE LER O JOGO E O ESPAÇO A OCUPAR;
PAULO NOGUEIRA - DISPONIBILIDADE PARA SER ÚTIL À EQUIPA:
TÓ ZÉ BELINHA - BATALHADOR E BEM DEFENSIVAMENTE;
QUIM - GOSTA DE JOGAR E MOSTRA ISSO QUANDO ESTÁ EM CAMPO;
FERNANDO MONTEIRO(CAPITÃO) - ESTEVE SIMPLESMENTE AUSENTE DO JOGO;
PINHO - TEVE DIFICULDADES EM ENTENDER A TÁCTICA;
PAULO JORGE - JOGOU QUANDO FOI SOLICITADO;
RAÇÕES - FOI UM JOGADOR DE EQUIPA...ACRESCENTOU QUALIDADE AO ATAQUE;
RICARDO MESTRE - FEZ A DIFERENÇA....RESOLVEU O JOGO ;
ADOLFO - PRONTO PARA AJUDAR A EQUIPA;
TONINHO- TENTOU SER MUITO OFENSIVO, MAS PRECISA ENTENDER QUE NO FUTEBOL, EXISTE O IR E O TER QUE VIR;
MELÃO - EXCELENTE EXIBIÇÃO....DEU QUALIDADE AO MEIO CAMPO....UMAS DAS UNIDADES QUE ACRESCENTOU QUALIDADE AO JOGO;
TAMATA - É AQUILO QUE CHAMAMOS UM CRIATIVO....A CAPACIDADE DE COMPLICAR POR VEZES O SIMPLES, MAS COMO IMPREVISIVEL QUE É...DEPOIS DUM BOM TRABALHO NA LINHA ENTREGOU DE BANDEIJA O GOLO AO RICARDO...E ASSIM A RESOLUÇÃO DO JOGO;
BALICO - JOGADOR SIMPLES E O SEU FUTEBOL TRADUZ MESMO ISSO....SIMPLICIDADE;
PARREIRINHA - DEU PROFUNDIDADE AO FLANCO ESQUERDO E TECNICA.....IMPORTANTE PARA O JOGO;
OSVALDO - ESTA SEMPRE DISPONIVEL, MAS TEM GRANDES DIFICULDADES EM INTERPRETAR O JOGO TACTICAMENTE...DESTA VEZ MARCOU E MERECEU...Á MUITO QUE LUTAVA POR ISSO;
JÔ - QUANDO ENTRA ...CUIDADO VAI COM MUITA VONTADE;
BRITO - DEVIDO A UMA LESÃO NO AQUECIMENTO....ESTEVE AUSENTE DO JOGO....APOIOU A EQUIPA POR FORA....

OBRIGADO A TODOS

SERÁ QUE O FUTEBOL É UMA ESCOLA DE SUPERAÇÃO?
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F.C.Serpa 3 União Desportiva Banheirense 0




Desde que assumiu o comando técnico da equipa de veteranos do F.C.Serpa o treinador António Oca conta por vitórias todos os jogos realizados. Depois de vencer o Torneio de Alverca foi a vez de no passado sábado bater sem apelo nem agrado o União Desportiva Banheirense por 3-0.


Parece que finalmente os veteranos do F.C Serpa estão no bom caminho, depois de alguns jogos em que houve dificuldades para arranjar 11 jogadores, no passado sábado compareceram 21 atletas, esperemos que este numero seja para continuar principalmente nos jogos fora de casa.




António Oca escalou o seguinte onze:

Lagarto

Bélinha; Vitinho; Paulo Nogueira


Tó-Zé; Fernando Monteiro; Pinho; Quim


Paulo Jorge; Ricardo Mestre e Zé Manuel Rações


Jogaram ainda:
Adolfo, Oswaldo, Toninho Charraz, Jó, Balico, Melão, João, Parreirinha, Tamata e Brito

Golos: Ricardo Mestre (2) e Oswaldo


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Fotoreportagem de António Brito (F.C. Serpa 3 União Desportiva Banheirense 0)
















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F.C. Serpa - União Desportiva Banheirense

Está agendado para o dia 6 de Junho pelas 17 horas, mais um jogo da equipa de veteranos do F.C. Serpa desta vez frente à União Desportiva Banheirense da Baixa da Banheira.

concentração no Estádio 25 de Abril às 16 horas.
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Campeões!! Entrega dos prémios - Torneio de Alverca
















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Fotoreportagem Torneio de Alverca (Parte 2)











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Fotoreportagem Torneio de Alverca
















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F.C.Serpa Vence Torneio de Alverca


O Futebol Clube de Serpa soma e segue e venceu categóricamente o Torneio de Alverca.

Após a entrada do treinador António Oca a equipa de veteranos do F.C. Serpa conta por vitórias todos os jogos disputados.
Ontem dois jogos e duas vitórias por 1-0, primeiro fernte ao Atlético Aldenovense depois na Final frente ao Futebol Clube de Alverca.

Fc Serpa 1 Atlético Aldenovense 0

Ficam aqui os onzes escalados pelo mister OCA:

Lagarto
Tó-Zé; Vitinho; Paulo Nogueira e Balico
Paulo Jorge; Fernando Monteiro; Pinho e Rui
Ricardo e Zé Manuel Ramos

Golo: Pinho
Atletico Aldenovense 0 F. C. Serpa 1 A abertura do torneio triangular em Alverca, não podia ter começado da melhor forma - colocou frente a frente Atletico Aldenovense e F. C. Serpa.Começou melhor o Aldenovense com quatro oportunidades sobranas nos primeiros quinze minutos e todas elas na cara do guarda redes Lagarto e de alguma forma poderia ter traçado a historia do jogo de forma diferente.Neste jogo o ditado " quem não marca, sofre", acabou por acontecer para o Atletico Aldenovense e num lance confuso na sua área e com um desentendimento á mistura entre um dos seus jogadores e o seu guarda redes, acabou por ser aproveitado da melhor forma, pelo jogador Pinho do Serpa e assim colocar no comando do marcador o F. C. Serpa e assim traçar e definir a história do jogo.Desta forma podemos dizer que venceu quem marcou e um dos finalistas do torneio esta encontrado - o F. C. Serpa. Referencias individuais:
treinador - Antonio Oca - muito bem na condução e gestão do grupo e nas alterações rectificou o que tinha começado mal.
Lagarto - Não comprometeu
Tó Zé Belinha - seguro a defender
Paulo Nogueira - Esteve bem na marcação directa, mas denotou dificuldade a acompnhar o ritmo do jogo.
Vitinho - Não sabe jogar mal
Balico - Eficaz a defender e precisa melhorar a agressividade em competição
Fernando - basicamente um jogador táctico no jogo
Pinho - Resolveu o jogo e apuramento da equipa para a final.
Paulo - jogou demasiado encostado á linha.
Ricardo - Não conseguiu emtrar no jogo, passou ao lado .
Jose M. Ramos - muito lutador
Ricardo Baletas - muito esforçado
Parreirinha - trouxe profundidade á equipa numa altura que o lado esquerdo deixou de funcionar.
Luis Varela - a sua velocidade teve influencia no ataque, mas continua muito perdulário
Oswaldo - Continua a não entender algumas das rotinas da equipa
Adolfo - entrou para segurar a vantagem e não comprometeu
Brito - Sempre pronto para ajudar a equipa

" O JOGO É UMA SUCESSÃO DE LUTAS ENTRE O SIMPLES E O COMPLEXO"

UMA EQUAÇÃO QUE UM GESTO TÁCTICO-TÉCNICO COMO UMA TABELA, O MAIS IMPORTANTE NO JOGO, RESOLVE NUM ÁPICE. BEM FEITA NA ENTRADA DA ÁREA ADVERSÁRIAÉ O MELHOR ABRE-LATAS PARA CRIAR ESPAÇOS LIMPOS DE REMATE PARA O GOLO.

Fc Serpa 1 Alverca 0

Lagarto
Rui; Tó-Zé; Vitinho e Balico
Paulo Jorge; Fernando Monteiro; Pinho e Parreirinha

Ricardo e Zé Manuel Ramos

Golo: Zé Manuel Ramos

Jogaram ainda neste torneio pelo Fc Serpa: Luis Varela; Oswaldo; Adolfo e Brito

A final do torneio de veteranos de Alverca, colocou frente a frente as duas equipas com mais historial - nada mais que Alverca - F.C. Serpa.
Normalmente as finais, são quase sempre jogos muito tácticos e esta final não fugiu á regra.
O Alverca tentou logo de inicio, ter aquilo que hoje é muito importante em cada jogo, o controle do jogoe a posse da bola e de alguma forma tirar partido desses factos, para ser a equipa mais ofensiva.
Estavam lançados os dados para a estratégia do F. C. Serpa. Jogar em contra - ataque, utilizar transições rápidas e aproveitar os desequilibrios do adversário na sua zona defensiva.
Os remates, a posse de bola e miragens matemáticas podem esconder os segredos do verdadeiro jogo. Costuma-se dizer que os jogos se decidem nos detalhes.Não concordo, porque os jogos decidem-se nas grandes competencias. Colectivas e individuais. E o F.C. Serpa ganhou esta final com competencia e ponto final.
Os detalhes apenas são forma de camuflar. Para o bem ou para o mal, porque, de facto, o futebol é a unica modalidade em que se pode ganhar jogando mal e perder jogando bem.
Nesta final o vencedor, foi o mais competente, como também a escolha do seu nº6 . Esse jogador é o primeiro pivot de construção, tem que ter vocação cerebral e mover-se na sua área de construção e na capacidade de gerir ritmos.
O vencedor ganhou tudo em termos colectivos primeiro e individuais depois(1º classificado do torneio, trofeu melhor marcador - jose m. ramos, melhor guarda redes - lagarto.

Referencias individuais:
Antonio Oca - estudou bem a lição e montou uma equipa para ganhar
Lagarto - quando foi chamado a intervir correspondeu, deu confiança á equipa
Rui - teve dificuldade em intrepretar o seu lugar
Tó-Zé Belinha - nao deu espaço ao seu adversario directo, anulou-o completamente
Vitinho - boa presença fisica e deu estabilidade ao sector mais recuado
Balico - esteve bem e correspondeu á confiança depositada
Fernando - autentica bussola da equipa
Pinho - um municiador do ataque
Parreirinha - deu equilibrio á equipa e a sua técnica fez estragos
Ricardo Baletas - foi sempre um jogador inconformado e perigoso
Jose Manuel Ramos - importante a decidir e a marcar e foi preciso esperar 15 anos para o ver contribuir para o processo defensivo....esta de parabens pelo facto....segurou a vantagem com essa decisão.
Luis Varela - foi sempre um perigo á solta, mas na hora de finalizar pessimo e o porque de não ter ido longe no futebol
Oswaldo - procurou ajudar...conseguiu
Adolfo - voltou a mostrar utulidade
Brito - deu a mao á equipa e percebeu que nao era jogo para ele
Paulo - aguentou o primeiro jogo....o segundo era pedir demais.
Nogueira - entendeu que nao tinha pernas para aguentar tremenda final

ESTRATEGIA - SOLUÇÃO COMO OS RECURSOS SÃO UTILIZADOS PARA ATINGIR OS OBJECTIVOS
PARA SE TER UMA ESTRATÉGIA É PRECISO FAZER COM INTELIGENCIA, COM DIFERENÇA E ORGANIZAÇÃO.
Além da Taça de 1º lugar o Serpa arrecadou aida os outros dois troféus em disputa, Zé Manuel Ramos venceu o troféu de melhor marcador e Lagarto arrecadou o troféu de melhor guarda redes.

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Torneio de Alverca


Os veteranos do Futebol Clube de Serpa deslocam-se este sábado a Alverca para participar num torneio triangular juntamente com o Futebol Clube de Alverca e o Atlético Aldenovense, a partida do Estadio 25 de Abril é às 13:30h.
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